Eduardo havia saído de sua casa numa manhã de domingo em busca de trabalho na cidade vizinha. A cidade ficava a poucos quilômetros de sua residência, o que facilitava seu retorno para casa quando chegasse ao final do expediente.
Ao chegar á cidade, Eduardo percebeu algo de estranho naquele local. Todas as portas e janelas estavam fechadas, mas pelo o horário era para ter movimentos nas ruas.
Eduardo, sem entender o que estava acontecendo, continuou o seu caminho. Quando chegou ao seu destino, o local onde iria trabalhar, se deparou com a mesma cena, tudo fechado e triste.
Entretanto, Eduardo entrou na empresa de armas, um odor fedido exalava pelo ar. Tentando reconhecer do que se tratava aquele cheiro, Eduardo viu manchas de sangue por todo lugar. Em desespero e tampando o nariz com um lenço, caminhou pelo corredor, quanto mais andava, mais forte o cheiro ficava. O odor ficou tão intenso que Eduardo sentiu a sua vista escurecer. Tentou respirar. Quando abriu os olhos. Viu várias cadáveres pelo chão.
Eduardo se deparou com algo perturbador e com "coisas" com presenças esmagadoras. Ele estava num território cheios de vultos negros comedores de carne e assassinos de pessoas. Eduardo sabia que se ficasse encarando aquelas bestas seria o seu fim. Então, sem opções, recuava aos poucos sua visão voltava ao normal também. Quando a sua visão estava boa suficiente pra correr, se refugiou num cômodo que estava há poucos passos daquelas bestas medonhas. Eduardo se sentiu seguro dentro daquele estabelecimento, lá avistou uma gaveta e para a sua surpresa havia uma arma dentro dela.
Com a arma na mão, Eduardo, começou a bolar o seu plano de fuga, que era tentar sair do seu esconderijo. Assim que abriu a porta, deparou-se com um dos vultos medonhos, sem alternativas, Eduardo gastou a sua primeira bala no monstro.
Mas, para o seu azar, a bala atravessa o vulto, também para a sua sorte, o disparo acertou a janela e fez com que a luz do dia entrasse no recinto. E Eduardo percebeu que a luz machucava o vulto e que melhorava a sua visão.
Sabendo disso, Eduardo correu para a saída mais próxima, mas os vultos não deixaram que o rapaz saísse ileso. Um dos vultos atacou Eduardo gravemente e isso o deixou muito fraco e indefeso.
Mesmo assim conseguiu sair da empresa e entrar em seu carro. Enquanto dirigia para fora da cidade, seguiu atirando nas janelas das casas com intenção de libertar aquela cidade dos vultos.
Eduardo libertou a cidade, mas não estava nada bem, porque um dos monstros o atacou e a próxima cidade estava um pouco distante.
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