Em um dia de verão durante o entardecer, Ian viajava apresadamente pelo deserto, para a casa de seu irmão, para contar sobre a morte de um parente distante, mas, muito amado por eles. Porém, o que mais o preucupava eram os boatos de vários desaparecimentos repentinos na cidade. Inquieto e perdido em seus pensamentos e preucupações se assusta com a parada repentina de seu carro, e sem reação se depara com algo surpreendente.
Surpreendido com oque vê, Ian desce rapidamente do carro, pálido e sem reação, olha espantado para a cidade de Flintstock, cidade essa que sempre foi animada e agitada mesmo no mais monótono dos dias, estava vazia. Em volta havia uma densa neblina, oque o preucapava profundamente, pois o estado da cidade está pior do que os boatos falavam. E vendo a situação, respirou fundo, tomou coragem e lentamente adentrou na neblina tomado por um sentimento de medo e preucupações por seu irmão.
Quanto mais adentrava a neblina sua respiração pesava, seu corpo enfraquecia, enquento enlouquecia com as vozes de lamentações vindas do vento. Sentindo-se perdido em meio ao nada, sem noção de espaço ou tempo, com mais é mais vozes invadindo sua mente, com apenas um fio de esperança como quia, com corpo e dentes tremendo sentindo-se observado em meio a neblina, e diante dele surge algo que o faz recuperar suas esperanças.
Chorando de alívio, corre desesperadamente e de forma desajeitada, em direção a figura que claramente era seu irmão, observando da porta de sua casa, então ao rapidamente entrar na casa, a figura some de forma repentina. Ofegante olha para os lados, e ao olhar para a parede vê um relógio que acabará de marcar meia-noite, ouvindo o badalar de um sino todas as portas de fechão e um siléncio absoluto cobre a cidade.
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