No percurso para cidade indicada , estranhou não encontrar ninguém, eo sentimento se intensificou ao se separar com um percurso sem asfalto,afinal, morava em uma área de grande urbanização, o quão longe de casa havia ido? Não conseguia lembrar.
Acabou por não poder continuar de carro o percurso, seguiu andando até se deparar com um grande portão de prata,que com uma chave que receberá junto da localização da cidade. Adentrando mais a fundo, se deparou com inúmeras casas acinzentadas em uma rua, igualmente ao caminho, desertas.
Aproximando-se das portas das casas , bateu palmas,bateu na porta e a resposta foi apenas o silêncio. Pensou que não existia ninguém habitando o local mas como poderia? Na entrada das casas haviam nomes grifados, então haveriam de ser habitadas.
Tomou um dos maiores sustos de sua...vida?! Ah, é mesmo! Enfim lembrou,sua vida havia tido um fim num acidente de carro, estava no céu? Não, sabia que não foi a melhor das pessoas,a pior em outros tempos,quem sabe, foi então que resolveu adentrar na "sua" casa.
Dentro, não havia o homenzinho vermelho com chifres que o disseram que iria castigá-lo pela eternidade,mas sim, espécies de quadros com os eventos de seus maiores arrependimentos. E próximo a uma mesa uma carta dourada dizendo "Sinceras boas-vindas ao segundo habitante do inferno".
Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.