Estava chovendo, quando um detetive consultou, em seu trabalho, um caso peculiar. Após ler o relatório , ficou chocado com as informações contidas ali. Por puro impulso, no meio da noite, saiu da delegacia para investigar. O relógio marcava um pouco mais de 1 hora da manhã.
Quando chegou no local do crime, percebeu que era uma cidade parada sem qualquer vestígios de pessoas andando pelas ruas. Janelas e portas fechadas, ruas cobertas por neblina, com poucos pontos de iluminação. Ao chegar ao local do crime, encontrou um corpo todo mutilado em estado de decomposição.
Analisando sutilmente , percebeu que os cortes eram de porte cirúrgico, porque uma pessoa, com uma simples faça , não iria conseguir fazer. Enquanto analisa o corpo, o detetive escuta um barulho de passos rápidos. Assustado, ele saca sua arma e lentamente vai se mexendo.
Quando ele da um passo maior, uma criatura horripilante surge da escuridão , com garras extremamente afiadas, presas expostas e muito alta. Sem pensar, ele desferiu 6 disparos contra a fera, assim, descarregando a sua arma. Porém não surtiu efeito.
Logo ,enfurecida, a fera com as suas longas garras, o golpeou , rasgando parte de seus órgãos internos e sua pele. Pasmo, não demorou muito para ela aplicar outro golpe sobre o detetive. E com este golpe final, ele ficou todo dilacerado.
Dias depois, vários detetives tentaram investigar o caso, que sempre estava entre os relatórios da delegacia, e acabavam tendo o mesmo destino. E assim nasce o famoso caso 139, com este, sendo tido como o principal medo dos detetives.
Ass: Álvaro machado
Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.