sexta-feira, 25 de março de 2022

Talvez em outra vida

 Em meados de agosto, João estava pensativo em sua casa, após algo muito estranho acontecer. Sua mente estava entrando em colapso, então ele resolveu ir até a cidade onde sua melhor amiga morava, para tentar encontrar uma resposta. 

 Ao chegar, se depara com a cidade completamente deserta. Não havia nada e nem ninguém nas ruas, nem em suas casas, apenas passavam pássaros voando pelo céu. Assustado, e com medo, João foi até a casa de sua amiga. 

 O que ele não imaginava era que a cidade estava infectada com algo que não sabia explicar e que as pessoas de lá haviam desaparecido magicamente. Nenhuma notícia foi anunciada desde o dia em que tudo começou. 

 João não percebeu, mas suas mãos e pés estavam ficando transparentes, ao ver, seu coração acelerou, e ao tentar ir embora do lugar, algo o barrou e seu corpo começou a desaparecer mais rápido, e não havia absolutamente nada que ele pudesse fazer.

 Ele se sentou na calçada e começou a chorar com seu corpo desaparecendo rapidamente. Passaram alguns minutos e já não havia nenhum resquício de seu paradeiro, e a dúvida permanece, para onde João pode ter ido? 



quinta-feira, 24 de março de 2022

A mina abandonada

 Acordei bem cedo, estava realmente empolgada com a promoção que recebi, afinal apresentar o jornal da noite sempre foi meu sonho.Enquanto ia para o trabalho, atendi a uma ligação, era minha mãe e parecia bastante orgulhosa e disse que estaria assistindo o jornal quando eu fosse apresentar.Depois disso eu fui para o trabalho.

Quando estava caminhando para a entrada do prédio recebi outra ligação, era o meu chefe.Ele estava impaciente e aparentemente muito irritado.Falou que havia enviado dois repórteres para fazer uma matéria sobre uma pequena cidade no sul do estado, que misteriosamente havia sumido do mapa, como se tivesse desaparecido, contudo os repórteres desistiram de ir, pois ficaram amedrontados.Apesar de ouvir isso eu não fiquei com medo e me candidatei para fazer a matéria, afinal eu finalmente poderia ser reconhecida na empresa.

Após aquela confusão, eu peguei a minha câmera e saí no dia seguinte.Foi uma viagem bem longa e eu realmente estava cansada, então decidi parar em um hotel para dormir um pouco.Após acordar para tomar aguá eu ouvir da janela dois homens conversando sobre a cidade, eles falaram que havia acontecido um grande acidente na mina da cidade , e que todos os moradores foram sumindo um por um.Depois de ouvir isso minha vontade de ir a cidade só ficou maior então eu saí antes do amanhecer rumo a cidade.

Finalmente, depois de mais de três horas de viagem, cheguei á cidade e pensava comigo mesma se aquilo realmente valia o esforço.Após isso liguei a minha câmera e entrei na cidade, aparentemente abandonada.As coisas estavam bem empoeiradas, o que chamou minha atenção é que o acidente parecia ter ocorrido há muito tempo, o que era estranho.

Eu fiquei bastante gravando e observando a cidade, até que percebi uma coisa bem esquisita, havia um mineiro no local, ele me avisou para não entrar na mina em hipótese alguma senão algo ruim aconteceria comigo.Eu o agradeci, porém quando fui perguntar a ele porquê ainda estava na cidade, ele desapareceu.Fiquei bem confusa, então ouvi uma voz distante que dizia "cuidado com a mina", depois disso continuei a gravar.

Apesar do aviso do mineiro eu me senti instigada a investigar a mina e saber o que aconteceu com os moradores, porém antes de eu entrar, ouvi uma voz cansada que dizia que eu não deveria estar lá.Ele explicou que a cidade havia sido escolhida para sediar experimentos com o intuito de trazer a alma das pessoas de volta.

Alem disso, também disse que cada pessoa que entrava na mina era capturada por um culto chamado devoradores de Deus, e matavam, e em seguida celebravam rituais para fazer a pessoa voltar a vida.Ele me avisou que se não saísse da cidade antes do anoitecer eles me caçariam e me matariam, e me mandou ir embora imediatamente se não quisesse morrer.

Depois da explicação do homem eu ouvi um grito muito alto e saí correndo, estava muito assustada e nem olhei para traz.Eu achei o meu carro e enquanto estava dirigindo pra fora percebi que aquilo nunca iria acabar.


terça-feira, 22 de março de 2022

Sonhos dentro de sonhos

  Recentemente, Antônio Fonsseca recebeu uma promoção que irá mudar a sua vida profissionalmente, ele ficou tão animado com a notícia que decidiu fazer uma surpresa para sua namorada. Não perdendo tempo, comprou a passagem mais cara acreditando que iria chegar mais rápido, mas chegando lá ele ia se deparar com algo que não esperava...

 Chegando no aeroporto, notou algo estranho, havia apenas uma viagem de ida para a outra cidade cuja era aonde a sua namorada morava:- Estranho - ele comentou. - Normalmente teria mais viagens-. Preocupado estava, mas acabou deixando de lado pois era um momento de felicidade para ele e não queria estragá-lo. Embarcando no avião notou que era o único passageiro, "Estranho" pensou, pois ele nunca pegou um avião vazio antes. O avião estava decolando, Antônio pensou que estava muito cansado, pois estava vendo coisas fora do comum, então decidiu-se ir dormir.

 Acordou e o avião já havia pousado, saiu do avião e foi em direção pegar sua mala, no caminho não havia encontrado ninguém. "Tudo está tão estranho e bizarro, cadê todo mundo? É um feriado e eu não sabia?", pensou preocupado e um pouco desesperado. No aeroporto que normalmente é um lugar movimentado, não havia absolutamente ninguém em volta. Saiu do aeroporto com as suas malas, não avistava ninguém no estacionamento, nem um único carro avistado. "O que está acontecendo?" se perguntava, ele saiu às pressas pedindo um Uber, mas não era respondido por ninguém, ele saiu correndo gritando desesperadamente:- ALÔ! ALGUÉM ESTÁ ME OUVINDO? POR FAVOR ALGUÉM ME RESPONDE! - sem respostas.

 Antônio estava ficando ainda mais desesperado, não havia um único ser vivo por perto. Pensou então ligar pra todos os seus contatos, inclusive para a sua namorada que iria fazer uma surpresa, mas ninguém respondeu. Ele estava no meio da rua, em volta de vários prédios altos, nem sequer um único barulho ouvia, ele enlouqueceu. "Isso só pode ser um sonho, eu estou dormindo agora no avião, não estou? Por favor, alguém me ajuda" pensava enquanto se coçava intensamente numa tentativa de acordar, após um tempo desistiu e apenas deitou e dormiu. Acordou e o avião já havia pousado, saiu do avião e foi em direção pegar a sua mala.


Mistérios da meia-noite

    O vento soou forte na imensidão do silêncio. Dentro das casas as pessoas se cobriam com lençóis, tapavam as bocas dos pequeninos e rezavam mudos, lágrimas insonoras escapando dos seus olhos.

Do lado de fora o breu predominava, sequer o som dos animais noturnos eram ouvidos e se isso não era motivo o suficiente para alarde, o fato de um vilarejo tão novo parecer uma cidade fantasma no véu da noite deveria pelo menos dar-lhe calafrios.

  Mas talvez viajar aleatoriamente pelo deserto o dê coragem o suficiente para ignorar isso, ou talvez aquele homem fosse apenas louco. Quando o viajante passou os olhos pelo local, ele sequer pestenejou, mas guiou as rédeas do cavalo seguindo o caminho pela pequena vila.

  Soltando um murmuro ele passou a mão calejada na barba grisalha, seus olhos pareciam brilhar no escuro com o mais límpido  tom de mercúrio, embora pudesse ser apenas uma ilusão da luz, afinal os homens não possuíam olhos prateados, demônios, espíritos, bruxas, estes possuíam os olhos anormais, não os homens.

   Assim ele puxou um caderninho encouraçado de uma bolsa velha feita de pele animal, virando em alguma página desconhecida o homem leu as poucas palavras de uma carta velha e esquecida pelo tempo, oque era estranho, visto que pouco tempo antes parecia nova. " Maria, número 13" era oque estava escrito no papel. Olhando para as portas no escuro, como se realmente pudesse ve-las, o homem seguiu.

   Este sujeito poderia estar procurando abrigo, visitando uma amante, vendo a família, retornando à casa, mas não era, nada tão mundando poderia vir de alguém como ele, ninguém precisava saber desse fato

   Do outro lado da cidade, algo andava no mesmo ritmo do viajante, parecia uma estranha sombra de olhos brancos leitosos, não se sabe se era homem, demônio, lobisomem ou bruxa, mas naquele momento duas almas andavam para a mesma casa.

   Uma batida ecoou na porta, Maria recuou, não sabia se deveria abrir, não sabia se era 'ele'. Se não fosse, ela não poderia abrir a porta, qualquer um que fizesse morreria.

    A sombra apressou seus passos, o homem fez o cavalo aumentar o ritmo, após longos minutos uma porta abriu, sorrisos gêmeos de polos opostos enfeitaram rostos iluminados à meia-noite.

   Um grito ecoou aterrorizante, Maria caiu no chão de casa, alguém se afastou do vilarejo com um caderninho na mão, e a história apenas dizia que aquele lugar nunca mais foi aterrorizado na penumbra da noite. 

   Tudo oque nunca se sabe, é que uma alma dali foi arrebatada, nenhum humano morreu, mas nenhum humano lutou, os olhos claros brilharam na escuridão, também nunca se saberia oque aconteceu ao encontrarem Maria pela manhã, ou quem era o homem e quem era o demônio, mas uma alma se foi, uma alma foi pega, um caderninho ganhou uma página, do dono ou do inimigo? Nunca se sabe

domingo, 20 de março de 2022

Silent village

            Em uma noite fria e escura, Lucas Lopes estava dirigindo seu carro em uma viagem de negócios, mas tudo acabou quando um ser misterioso aparece na estrada, Lucas desvia seu carro e bate em uma árvore e fica inconsciente. algumas horas depois, acorda em desespero, com o carro quebrado e a cabeça sangrando. Desesperado, Lucas correu para o mato com a intenção de o monstro não encontra-lo.                             Vendo que o monstro não entrou na floresta, Lucas fica aliviado. No mato, ele acha uma cidade que aparece abandonada, passando por lá e ignorando as placas de aviso, viu todas as portas fechadas e só o vento fazendo barulho. Não há pessoas e animais nas ruas. Lucas sente calafrios e se abriga em uma das casas.                                                                                                                                                                               Vendo uma pessoa no chão, ele corre para perto e pergunta sobre o monstro. A pessoa fala que o ser chegou ali 3 dias depois então todos foram mortos e antes de completar a frase ele morreu, Lucas pegou um pé de cabra para matar o monstro. Estava quase de dia, já perdendo as esperanças, Lucas foi caçar o monstro em plena escuridão, o silencio tomava o lugar e um som de areia e terra se aproximava, ele bate no vento para ver se acerta o monstro.                                                                                                              De dia, Lucas ainda bate no vento, quando fica claro o lugar, ele ver vários monstros um mais bizarro que o outro, um deles partem pra cima de Lucas, conseguindo matar um de milhares deles. Então eles se juntam virando um só, Lucas corre para uma possível saída escolhendo dois caminhos a das montanhas ou do rio.                                                                                                              Montanhas: Lucas corre sem pensar duas vezes para as montanhas pensando que o monstro não ia persegui-lo mas ele estava atrás dele o tempo todo. Lucas é encurralado pelo monstro e um penhasco. O monstro tenta pegar o Lucas mas ele pula do penhasco conseguindo escapar.                                    Rio: Lucas corre sem pensar duas vezes para o rio pensando que o monstro não ia persegui-lo mas ele estava atrás dele o tempo todo, derrubando varias arvores e ficando para trás. Vendo que a um bote no fundo sem perder tempo Lucas empurra o bote para o rio que a correnteza estava muito forte, o monstro chegando perto de Lucas quando colocou o bote para o rio em alta velocidade ele despistou o monstro conseguindo fugir.

sábado, 19 de março de 2022

A cidade mal assombrada

  Era de manhã,o céu se abria no horizonte,antony Silva repórter da grande tv news o maior programa da notícia,iria para uma cidade que diziam ser “mal assombrada”.Pois ele além de repórter era um grande aventureiro.Assim que colocou as malas no carro,viu que a chave havia sumido e que algo estava muito estranho.No dia seguinte,consegui-o achar a chave,e seguia adiante,durante a viagem ficou sem gasolina e resolveu parar no pós para abastecer,mas logo retornou para o caminho.

Ao chegar à cidade,percebeu fechadas as portas das casas.o silêncio predominava ali.O som do vento gélido começa predominar no local.Antony caminhando viu escolas e igrejas abandonadas.Achou tudo aquilo muito estranho.O dia já estava chegando ao fim e antony queria muito descobri o motivo daquilo.

Antony estava a caminhar quando viu uma casa com dois andares bastante atraente e logo entrou,já dentro da casa no andar debaixo muitas estátuas ali,então,após ver tudo naquele andar,seguiu para o andar de cima.após subir as escadas percebe dois quartos no corredor,curioso resolveu entrar.Ao olhar para o piso,respingado e notou que,sim,havia gente no local em seguida,escutou alguém gritando e ficou assustado com tudo aquilo e resolve ir embora soroteiramente.Ao chegar ao primeiro andar ouviu o som do grito se aproximando e saiu correndo.

Pelas ruas até achar seu carro.Muito rapidamente olha para trás e viu um mascarado saindo da casa que estava,antony com seu carro ao lado pegar a chave e ligar seu carro e se lançou dentro do veículo e fugiu por uma rua escura,foi quando o carro sumiu no horizonte 

Rhyolete

     Em meados de 1982 no interior dos Estados Unidos, Ethan Stuart viajava para uma cidade pequena que trás várias lendas em sua história. Muitos dizem que existe um fantasma que mora ao redor da cidade. Mas Ethan não ligava, pois amava lugares mais quietos e calmos.

     Após longas horas de viagem, Ethan chegava perto do seu destino, a cidade ficava á pouco mais de 10 quilômetros do aeroporto, o jovem decidia andar até o local. Cada vez que se aproximava da cidade, o ar ficaria mais pesado, e a impressão que tinha era de estar sendo seguido, mas não havia ninguém por perto.

    Após mais algumas horas caminhando, Ethan finalmente chegava aí seu destino, aquele lugar era estranho e assustador, as ruas estavam vazias sem nenhum veículo por lá. As portas estavam fechadas e as casas abandonadas, o que era totalmente diferente do que ele vira na internet e do que escutava de algumas pessoas.

     Tudo aquilo assustava o jovem,  e sem que o mesmo pudesse fazer algo, um fantasma aparecia de uma densa nuvem de poeira, porém ele não fazia nada para o jovem, até o corpo do mesmo ficava mais leve e até mesmo transparente, como se ele tivesse se tornado um fantasma.

    Antes que Ethan tivesse qualquer reação com aqueles acontecimentos, a poeira desaparecia, as casas abandonadas tinham uma luz, pessoas apareciam na rua, restaurantes estavam cheios de pessoas e com um cheiro ótimo. Mas o que séria tudo aquilo, Ethan tinha morrido ou estava em uma alucinação.

    

     

Caso 139

       Estava chovendo, quando um detetive consultou, em seu trabalho, um caso peculiar. Após ler o relatório , ficou chocado com as informações contidas ali. Por puro impulso, no meio da noite, saiu da delegacia para investigar. O relógio marcava um pouco mais de 1 hora da manhã.

       Quando chegou no local do crime, percebeu que era uma cidade parada sem qualquer vestígios de pessoas andando pelas ruas. Janelas e portas fechadas, ruas cobertas por neblina, com poucos pontos de iluminação. Ao chegar ao local do crime, encontrou um corpo todo mutilado em estado de decomposição.

      Analisando sutilmente , percebeu que os cortes eram de porte cirúrgico, porque uma pessoa, com uma simples faça , não iria conseguir fazer. Enquanto analisa o corpo, o detetive escuta um barulho de passos rápidos. Assustado, ele saca sua arma e lentamente vai se mexendo.

      Quando ele da um passo maior, uma criatura horripilante surge da escuridão , com garras extremamente afiadas, presas expostas e muito alta. Sem pensar, ele desferiu 6 disparos contra a fera, assim, descarregando a sua arma. Porém não surtiu efeito.

      Logo ,enfurecida, a fera com as suas longas garras, o golpeou , rasgando parte de seus órgãos internos e sua pele. Pasmo, não demorou muito para ela aplicar outro golpe sobre o detetive. E com este golpe final, ele ficou todo dilacerado.

     Dias depois, vários detetives tentaram investigar o caso, que sempre estava entre os relatórios da delegacia, e acabavam tendo o mesmo destino. E assim nasce o famoso caso 139, com este, sendo tido como o principal medo dos detetives.

   Ass: Álvaro machado

   


sexta-feira, 18 de março de 2022

Sadness

                    Em uma noite chuvosa de sábado, Max estava decidido que iria para a cidade de Sadness, para contar a sua irmã a triste noticia de que Vallen havia morrido e também para espairecer um pouco sua cabeça passando alguns dias na cidade em que nasceu.

                     Max já em seu carro a caminho de Sadness. Enquanto dirigia, Max sentia que sua mente estava em outro lugar mais especificamente pensando naquela noite trágica, Max lembra detalhadamente do ocorrida, naquele dia aparentemente tudo estava perfeito, porém isso durou pouco e sua felicidade também, até o acidente acontecer.

                    A sua chegada á Sadness foi um tanto estranha e amedrontadora. Max, mesmo estando um pouco aéreo, não deixou de perceber que a cidade estava completamente escura e sem movimentação alguma, logo pensou na possibilidade de já esta de madrugada. Quando foi olhar a hora, percebeu que realmente já estava tarde, então parou de pensar sobre a escuridão e seguiu em diante.

                   Como ele havia chegado tarde e nem tinha avisado a sua irmã que viria para Sadness, não queria incomodá-la, então foi andando pelas ruas escuras em busca de um hotel ou algo semelhante para se hospedar naquela noite. Quando já estava quase perdendo suas esperanças de achar um lugar, ele se deparou com uma pousada 24h que aparentemente era o único lugar aberta naquela noite.

                  Quando entrou no hotel se deparou com um lugar macabro, todo preto e vermelho, mas ignorou e foi falar com o recepcionista. O recepcionista estava todo de preto e foi super ignorante com Max. Quando Max já estava em seu quarto, deitado em sua cama, ficou pensativo... se culpava muito pelo acidente e pensa sobre ele toda hora, pensa em como poderia ter impedido de acontecer, e ficou pensando sobre ate consegui pagar no sono.

                 O rapaz já estava a caminho da casa de sua irmã, e ainda estranhava a cidade, estava curioso para descobrir o porquê de ela estar tão quieta e nublada. Havia pouquíssimas pessoas na rua e todas olhavam para seu carro quando passava por elas o que lhe deixava desconfortável, mas seguiu ate a casa de sua irmã.

               Quando finalmente chegou á casa bateu na porta e logo foi  atendida por sua irmã que alegremente foi abraça-lo. Eles entraram e Manuella perguntou o porquê de ele ter aparecido tão de repente em sua casa, Max logo lhe contou que Vallen havia morrido. Manuella ficou inconsolável ao receber essa notícia e perguntou com Vallen tinha morrido e Max chorando começou a lhe contar...

             Era para ser o dia perfeito, nós iríamos ter um dia só nosso, de pai e filha, acordamos cedo e formos tomar café da manhã na lanchonete favorita de Valllen, na hora do almoço fomos ao nosso restaurante preferido. Tomamos sorvete, brincamos e de noite quando estávamos indo para casa tudo aconteceu, um caminhão desgovernado bateu de frete na lateral do carro exatamente do lado em que Vallen estava. Vallen ficou muito machucada. Quando Max ficou consciente, estava no hospital e médicos entraram em seu quarto com um semblante triste, o olhavam com pena, isso lhe incomodava, pois sentia que iriam lhe falar algo ruim e de fato a noticia que recebeu foi horrível e fez que o rapaz ficasse sem chão.

          Chorando Max terminou de contar a Manuella o ocorrido, a mulher tentava ser forte e consolava o rapaz, enquanto ele desdava em seus braços. Mais tarde quando Max se acalmou, falou para Manuella que queria ficar um tempo na cidade para tentar espairecer um pouco e perguntou se seria possível ele fica em sua casa e assim foi.

        Com o passar dos dias Max não conseguia se sentir bem em Sadness, sentia que tinha algo estranho na cidade, as pessoas lhe tratavam mal mesmo que ele tentasse ser simpático com elas, os moradores pareciam mortos vivos sempre estavam com o semblante triste e isso parecia que estava lhe afetando de alguma forma, como ser fosse algo contagioso. Quanto mais tempo ele passava na cidade mais se sentia triste, agora fazia sentido o nome da cidade e seu significado, aquela definitivamente era a cidade da tristeza...😢

               

Branco como o vazio

  Jeramy e um aluno do 3° ano do ensino medio que conseguer ver vultos. Por ter essa habilidade, ficou isolado das pessoas desde quando ainda cursava o 5°ano. Já estamos ano de 2017 e Jeramy seguê para mais uma escola. Ao chegar ao portão, acho estranho ver tantos vultos em um único lugar
  Coisa estranha!-disse Jeramy -achoa escola meio sombria e sem cor. As pessoas pareciam meio mortas por não esbousar um único sorriso, mais por ter sido isolado a vida inteira se acustumou com lugares sombrios. Jeramy subindo as escadas, olhando para todos os lados sentiu que estava sendo observado.
  Jeramy olhou para trás e viu um espírito todo negro com apenas os olhos brancos. Com um vazio, Jeramy olhou diretamente nos olhos esbranquiçados do espírito e foi teleportado para um mubdo invertido. Jeramy entendendo a situação, começou a pensar em um jeito de sair desse lugar bizarro para onde foi teleportado.
  Dentro de uma sala toda branca da mesma cor do vazio daqueles olhos , Jeramy olhou para todos os lados e fechou seus olhos . Contou até 3 e quando abriu, seus olhos se deparava com a escada 
  Jeramy correu o mais rápido que pode e saiu da escola , deu sinal para um ônibus que passava  e entrou e logo atrás veio o espírito.
  Jeramy observou tudo ao redor do espírito e apenas ficou parado olhando e pensando oque fazer naquela hora com muito medo Jeramy não conseguia mover um misero musculo paralusado pelo o medo de oque pideria acontecer se aquele espirito o pegasse Jeramy sentou-se e respirou fundo apenas tentando esquecer da existencia daquele espírito que estava ali persiguinda-o.

E disse jeramy
-era branco como o vazio 

A fábrica

 Era uma segunda nublada, um leve frio tomava conta daquela manhã. Dimitri Johnson um jovem rapaz, acabára de acordar para trabalhar em uma velha fábrica fora da cidade. Tudo se parece tão estranho, a névoa tenebrosa que chegava a cobrir seus tornozelos, ia cada vez ficando mais densa. A rua vazia sem nenhum carro se quer, pareciam inacabáveis. E  então Dimitri, estranhando aquela situação, começa seu trajeto a destino a fábrica. Quanto mais ele se aproximava, mais densa a neblina ficava densa.

 Dimitri estranhando toda aquela situação, chega enfim á fábrica, e se depara com o lugar se desfazendo, como se uma espécie de buraco negro estivesse sugando-a. com passos sorrateiros e lentos, dimitri se aproxima do portão principal para ver o que estará acontecendo, quanto mais ele se aproxima começa a sentir um Leve cheiro de enxofre  que exalava de um  ser que ainda não parecia ter vindo áquele mundo.

 Quando dimitri, enfim, chega sorrateiramente próximo a essa criatura, toma um enorme susto e foge dali rapidamente, mas inesperadamente a criatura começa a segui-lo em uma velocidade fora do normal e então dimitri tenta despistar a fera desesperadamente, eles dão voltas e voltas no local, quando, num ato rápido, ele adentra na fábrica para tentar se esconder de alguma forma.

 A fera ainda rodeia o lugar, a procura de dimitri, e tenta adentrar a fabrica. Mas sem sucesso. Muito exausto e confuso com toda a situação, se pergunta o porquê de tudo isso está acontecendo e o porquê de ter uma fera fora do comum afora. Quando inesperadamente a fera consegue enfim entrar, e com a boca aguando, procura dimitri, que está escondido em um contêiner de produtos químicos para tentar disfarçar o seu cheiro. 

 A fera procura-o intensamente, por todos os cantos. Percebendo q a fera está se distanciando dimitri sai do contêiner, de passo ligeiro vai para a sala do acelerador de partículas, verificar o que está acontecendo, o porquê de ter se criado um buraco negro em cima desta fábrica, quando se depara com vários seres q não pareciam ser deste mundo, seres que se assemelham a esta fera enorme que está o perseguido, com pelos por todo o corpo, e os olhos grandes..

 E então dimitri se aproxima desses seres, que se assustam com o dimitri e atiram contra ele, mais uma vez em apuros e se afugentando desses seres, dimitri se encontra em uma situação cada vez pior, escondido em caixas, e com seres inteligentes atrás dele, não sabe mais o que fazer, e aguarda o pior... a morte.

Enzo o Mão De Pedra



        Tudo parecia igual na vida de Enzo Oliveira, o céu nublado em uma segunda-feira o entediava. A única coisa interessante para fazer era usar o celular. Quando menos esperava, o telefone tocou. Do outro lado do fio havia alguém propondo-a um emprego em uma cidade vizinha a que ele morava. Sem pensar duas vezes, aceitou a proposta e seguiu para sua nova vida.

        A caminho da cidade vizinha, Enzo percebeu várias coisas estranhas, portas fechadas, casas abandonadas e destruídas, depois chegando ao local, Enzo percebeu que no lugar não havia ninguém, Enzo achou estranho não ter ninguém no endereço marcado. Ele saiu do carro para ver se tinha alguém no local, mais não encontro nenhuma pessoa no ponto marcado.

        Enzo estava andando ao redor de uma das casas quando de repente alguns barulhos começaram a sair de dentro de uma das residência, pela janela da casa. Enzo viu uma pessoa andando bem devagarinho sem fazer muito barulho, essa pessoa viu Enzo e o chamou para conversar sobre oque está acontecendo na cidade abandonada, Enzo achou estranho mais foi falar com ela.

        Dona Jurema falou para Enzo que muitas coisas estranhas estavam acontecendo na cidade, Enzo assustado perguntou para Dona Jurema, E ela respondeu que era a única pessoa da cidade, as outras haviam sumido ou levadas para outra dimensão. Enzo falou para a senhora que ele foi para a cidade a caminho de um trabalho, pois recebeu uma proposta para ajudar pessoas dando cesta básica.

        De repente a senhora começou a flutuar, Enzo sem saber o que fazer começou a puxar o pé de Dona Jurema para tentar traze-la de volta para o chão. Enzo não obteve sucesso então, foi puxado para a outra dimensão junto com a senhora. no momento que chega no outro mundo seu braço começa a se transformar em uma pedra o que deixou ele muito assustado.

        Quando Enzo foi ver ao seu redor se deparou com um monstro comendo Dona Jurema, Enzo sem saber o que fazer saiu correndo atrás de alguma coisa para atacar o monstro, enquanto procurava alguma coisa para atacar, se deparou com o seu braço transformado em uma pedra, Enzo sem pensar duas vezes usou o seu braço para atacar o monstro.

        Enzo pegou seu braço e começou a bater no monstro para ele poder lagar a Dona Jurema, o monstro começou a se debater e esse foi o momento perfeito para Enzo e Dona Jurema saírem correndo do local para procurar algum abrigo , os dois estavam à procura de achar alguém na dimensão, ate que eles encontraram um ancião, com os cabelos brancos e longas barbas.

       Que se dizia ser um mago daquela dimensão,  pediram ajuda para o ancião, pois eles estavam fugindo do monstro, o ancião falou para Enzo e Dona Jurema que iria ajudar eles, os dois falaram para o ancião que queriam voltar para a cidade abandonada pois eles foram puxados para essa dimensão sem entender nada do que estava acontecendo.

       Depois de um tempo o ancião conseguiu abrir um portal para Enzo e Dona Jurema voltar para a sua cidade, no meio desse portal tinha uma porta que estava escrita um número, Enzo quando se deparou com esse número, achou muito estranho mais seguiu a caminho da porta, o número na porta foi o tanto de dia que os dois ficaram na dimensão.

       Após chagar na cidade, Enzo e Dona Jurema se depararam com varias pessoas, Enzo não entendeu muito mais sua mão estava como uma pedra e não uma mão normal, mais ele se acostumou muito rápido pois já era normal para ele ter uma mão assim, Enzo foi para sua casa e Dona Jurema ficou em sua cidade.

       Em um ano, Enzo virou jogador profissional de vôlei e ficou conhecido no Brasil inteiro como o mão de pedra, e Dona Jurema morreu com o seus 79 Anos, após ser atropelada tentando ir ver um jogo de Enzo que estava tendo na cidade de Dona Jurema, após uma vitória de Enzo dentro de quadra ele descobriu que Dona Jurema tinha morrido.

       Muito triste Enzo fez uma homenagem para Dona Jurema pois quando Enzo mais precisava a senhora estava lá com ele, Enzo com seus 36 Anos se aposentou do vôlei para poder cuidar dos seus filhos e sua mulher, com sua mão de pedra Enzo nunca mais foi o mesmo pois ele ficou muito famoso com suas mãos diferenciada.

       Mesmo Enzo não jogando mais vôlei ele era muito conhecido, mais depois de muito tempo Enzo com seus 98 Anos morreu com um problema no coração pois tinha seu colesterol muito em excesso, Enzo fez historia no Brasil todo com sua mão de pedra com apenas 17 Anos, Enzo foi uma pessoa que nunca mais foi esquecida.

        Uma foto de Enzo o Mão de Pedra 🐱‍👤
Ass: Vitor Hugo Amaral Moura 

Em uma noite sagrada

Um viking está chegando em uma cidade onde o local e extremamente sombrio, ele se assusta ao notar que todas as portas estão trancadas,então uma névoa escura começa a tomar conta do local, após isso ele abre uma da portas usando seu machado

      Ao entrar na casa ele vê um machado encantado, ele sabia que era encantando pois desde criança ele já tinha aprendido desde criança a identificar o esses objetos,ele pegou seu Machado e então encontrou um livro que dizia sobre uma antiga maldição na cidade, e que todos os moradores tiveram suas almas e corpo roubados pelo rei do castelo a muitos anos,então ele sai da casa em busca desse castelo, que aparenta estar em uma alta colina, após isso ele consegue encontrar a colina após muita caminhada ele entra no castelo que estava em cima da colina,

   

     Ele se assusta pois o que ele vê e uma forma transparente de si mesmo,como se fosse um fantasma, o fantasma grita e ataca ele então seu machado comum e quebrado e então ele usa seu machado encantando, após isso a luta está bem equilibrada mais em um golpe de sorte o fantasma acaba deixando uma brecha para o viking atacar,após isso ele corta a cabeça do fantasma que se aparentava com ele, então após ele sair do castelo os cidades estão festejando e felizes, explicam para ele que agora ele e o novo rei da cidade pois ele libertou os aldeões  da maldição, após isso ele se tornou rei após quebrar a maldição,


Ass: Gabriel de Sousa Ferreira

A mulher do cemitério

    Honestamente, esse é o último lugar que eu queria estar. Minha antiga cidade, Rosewood. Passei a maior parte da minha vida morando nela, e com certeza voltar não estava em meus planos, mesmo que o motivo venha ser a morte de minha mãe.

    É estranhamente gratificante saber que a cidade continuava sendo o lugar mais esquisito que já fui. O céu estava coberto de nuvens, o tempo, como sempre, estava fechado. A névoa no chão me lembrava os filmes que costumava assistir com ela. Na verdade, qualquer coisa aqui vinha a me lembrar dela...

    Odiava ir ao cemitério, me dava arrepios só de me imaginar lá, um lugar cheio de almas perdidas. Não sei se esse "medo" é decorrente da situação da minha mãe, ou porque realmente só sou louca. Nunca contei pra ninguém sobre as minhas visões, nunca senti que precisasse contar, no fundo eu sabia que iam me julgar.

    Eu sonhei com ela, muitas vezes na verdade, como se fosse um chamado, era estranho, essa sensação de angústia, como se fosse preciso saber a verdade. Não podia mudar de ideia, afinal, já estava lá. Caminhei por túmulos de desconhecidos imaginando se eles acharam que a vida valeu a pena, se valeu os sufocos que passaram.

    Estava em frente do que restava dela, senti meus olhos começarem a arder e depois, apenas a angústia liderava meus sentidos, o vento parecia se intensificar, e o chão em volta da lápide estava criando vida. Comecei a escutar sua voz, a saudade agora abraçava a angústia em mim, a voz que por sua vez continuava doce e melancólica.

    Parecia tentar falar comigo, mas como isso era possível? quando me virei eu a vi, continuava jovem e me parecia muito feliz. Sorriu me olhando dos pés a cabeça. O que estava acontecendo?. 

     Ela me disse com clareza e muita atenção.

    -Meu deus como está crescida!- falou com um sorriso largo no rosto 

     Fiquei sem reação, agora claramente estava louca.

    -Tentei me comunicar com você por muito tempo, mas aparentemente nem no inferno se tem paz! Queria que soubesse toda a verdade,  mas tenho que ser breve, não vou conseguir manter a magia por muito tempo- minha mãe falou

     Magia? O que ela está falando?!

- Você não deve se lembrar muito da sua infância, mas quero que fique ciente sobre seu poder, tudo vai dar certo quando for preciso. Mas precisa praticar, converse com sua colega de quarto, ela sabe de tudo! Te acompanhei durante todos esses anos e estou orgulhosa da menina que se tornou. Será uma ótima bruxa.

 Depois disso ela desapareceu. Demorei para processar o que tinha acontecido. Ela disse  que sou uma bruxa? E como assim minha colega de quarto sabe de tudo?. 


Espelho

 31 de outubro, Quase 23h:00 da noite, um horário meio estranho para ir a uma cidade desconhecida, não?não para Peter, que estava indo se encontrar com uma mulher que conheceu em um site de relacionamento. Para Peter isso não passava de uma diversão, porém nunca perdia uma oportunidade de se encontrar com uma moça, como não tinha nada a perder, após alguns dias de conversa, o homem foi ao encontro da jovem.

 Depois de alguns minutos de viagem, Peter finalmente chegou à cidade, começando a procurar seu destino, percebeu que havia algo errado, as casas eram relativamente velhas, as portas e janelas estavam todas fechadas e quando chegou à casa certa, era a única que parecia ser habitada por alguém. “Menos mal”-Pensou e estacionou perto da casa. Logo se retirando de seu carro e seguindo até o casebre.

 Quanto mais se aproximava, sentia um cheiro podre vindo dos fundos da casa. “Devem ter algum animal”-Se perdeu em seus pensamentos, não pareceu ligar e seguiu seu caminho até a porta. Subiu algumas escadas, que levavam até a varanda da casa, observando alguns detalhes como:”Deveriam trocar essas madeiras, as escadas quase quebram...na verdade deveriam trocar de casa.” após sua importantíssima análise, Peter bateu na velha porta de madeira e logo em seguida gritou: - Olá! tem alguém aí?-... Não obteve resposta alguma. Depois de alguns longos minutos e algumas tentativas falhas de se comunicar com alguém, o homem resolveu que não estava ali para nada e entrou na casa seguindo de um “com licença” vindo de si.

 Peter, explorou bastante o lugar, sempre chamando e procurando a mulher com qual deveria se encontrar, porém sempre sem sucesso. Quando já estava desistindo, percebeu algo diferente em um dos quartos, coberto por um longo pano preto com pequenos detalhes dourados, Peter logo ficou curioso e rapidamente retirou o pano do objeto um pouco mais alto que si. 

 Assim que o tecido despiu o objeto por inteiro, o moço de cabelos castanhos se deparou com seu reflexo, e sua soberba era tão grande que apenas parou de se admirar quando ouviu um barulho estrondoso, e sentiu o cheiro insuportável que havia sentindo antes se intensificar ainda mais, como se estivesse ao lado de carne apodrecendo. Assim que encarou o espelho novamente se espantando ao ver que havia uma mulher atrás de si...com sua carne apodrecendo.

A cidade vazia

    Arnold estava em casa com seus amigos, quando escutou um barulho estranho vindo do porão de sua casa. Arnold pensou que era apenas um estalo comun porque o porão já estava bem velho, mas mesmo assim resolveu ver o que era, até que seus amigos vão embora. Mas quando ele chega no porão ele desmaia e acorda no outro com uma notícia surpreendente.

   Ligou a TV e vê uma notícia informando que havia ocorrido testes nucleares em vários lugares do mundo e que pessoas tinham sido isoladas. Mas ele não acreditou, até que ele saiu de sua casa e se deparou com as ruas isoladas e as portas de todas as casas fechadas. Arnold decidiu andar mais um pouco pela cidade, parecia um Apocalipse zumbi.

   Até que Arnold  viu luzes brilhando pelo céu e resolveu se esconder dentro de uma casa, ele notou que as pessoas daquele lugar na verdade eram criaturas absurdamente feias com dentes afiados, cabelos finos, e olhos completamente brancos. Ele conseguiu fugir, mas no céu aparece um relógio completamente gigante marcando 10 segundos, Arnold se desespera quando viu que o relógio começou a contagem regressiva.

   Arnold correu após ver uma luz muito forte no céu até que tudo aquilo foi destruído por uma bomba atômica de nível 10 que destruiu a cidade inteira. E Arnold acaba provavelmente morrendo.

нαвiταทτєs ∂σ iทƒєrทσ

A estrada estava escorregadia ,mas após três horas de viagem,Yekun conseguiu chegar à cidade a qual havia sido instruído pela carta que recebera, há uma semana,o direcionando a uma região desconhecida no mapa.

No percurso para cidade indicada , estranhou não encontrar ninguém, eo sentimento se intensificou ao se separar com um percurso sem asfalto,afinal, morava em uma área de grande urbanização, o quão longe de casa havia ido? Não conseguia lembrar.

Acabou por não poder continuar de carro o percurso, seguiu andando até se deparar com um grande portão de prata,que com uma chave que receberá junto da localização da cidade. Adentrando mais a fundo, se deparou com inúmeras casas acinzentadas em uma rua, igualmente ao caminho, desertas.

Aproximando-se das portas das casas , bateu palmas,bateu na porta e a resposta foi apenas o silêncio. Pensou que não existia ninguém habitando o local mas como poderia? Na entrada das casas haviam nomes grifados, então haveriam de ser habitadas.

Tomou um dos maiores sustos de sua...vida?! Ah, é mesmo! Enfim lembrou,sua vida havia tido um fim num acidente de carro, estava no céu? Não, sabia que não foi a melhor das pessoas,a pior em outros tempos,quem sabe, foi então que resolveu adentrar na "sua" casa.

Dentro, não havia o homenzinho vermelho com chifres que o disseram que iria castigá-lo pela eternidade,mas sim, espécies de quadros com os eventos de seus maiores arrependimentos. E próximo a uma mesa uma carta dourada dizendo "Sinceras boas-vindas ao segundo habitante do inferno".


Sombra da foice

     No meio de uma tarde quente em uma estrada desértica, onde o sol brilhava forte, um homem viajava a caminho de suas férias. Por causa da viagem longa, sua água e comida estavam acabando, além de que logo ele precisaria abastecer seu carro novamente.
     Então, dirigindo mais um pouco, se separou com um caminho estreito na terra seca e o seguiu, encontrando assim uma cidade com pequenas casas e algumas tendas de frutas e verduras. Desceu do carro e estranhou não estar ouvindo nenhum sim além do sussurro do vento fraco entre as construções, a cidade estava vazia.
     Andava pelas ruas pensativo, será que aquele lugar teria sido abandonado? As frutas não pareciam estragadas. Eles saíram faz pouco tempo? Por que?
     Achou que seria uma boa ideia pegar umas frutas e deixar o dinheiro, porém um som de vento passando correndo atrás de si o assustou. Olhou para um lado procurando por algo, mas o barulho soou por outro, ele estava começando a ficar assustado, aquilo estava correndo por todo lado.
     Até que o som parou de repente e o homem olhou para sua frente, avistando uma grande sombra de dois metros e formato corporal, sendo a única coisa parecendo real a foice que aquilo segurava.
     Extremamente aterrorizado, o homem correu em direção a seu carro e esqueceu até mesmo das frutas que comprará, mas sentiu que não teria mais salvação quando no meio da estrada a sombra apareceu.

Mensagem secreta

     Era começo de março quando Mike recebeu     uma mensagem em seu celular, na mensagem     havia palavras embaralhadas como se fosse um enigma. Mike adorava enigma e logo conseguiu decifrá-lo, aquilo não era uma uma mensagem qualquer, era uma localização, de um lugar que lhe era familiar. Mike resolver então suas coisas para parti.

      Depois de horas se organizando para viajar, o jovem recebeu outra mensagem, mas dessa vez era com uma hora e data específica, isso o deixou um pouco assustado, mas ele estava determinado a descobrir do que se tratava. Ele entrou no carro e deu partida,sem se preocupar o que iria acontecer. O jovem aventureiro seguiu viagem aproveitando a paisagem. 

      Antes de chegar ao seu destino, ele recordou  do lugar , foi ali que havia passado sua adolescência inteira. Notou que havia algo de errado, a cidade estava vazia, coisa que era muito difícil de se acontecer. A cidade normalmente era cheia de pessoas e barulhos para todos os lados . Mike sentia algo ruim e sabia que coisa boa não vinha de lá 

      Mike resolveu explorar o local para entender o por quê da cidade está deserta. Assim que saiu do carro, o veículo começou a tremer mais em si. Então surge um velho de cinco metros de altura dizendo " sua alma não será perdoada ". Mike dá um grito de agonia e sente seus olhos se fecharem. 

       



    

A cidade silenciosa

    Um homem estava viajando pelo mundo para conhecer diferentes lugares, já havia passado por desertos, mares, montanhas e agora explorava uma planície. Enquanto observava a paisagem, acabou avistando uma pequena cidade e decidiu ir para lá conhecer o local e reabastecer seus suprimentos.  
    Quando chegou ao lugar não viu uma única pessoa, o lugar estava deserto com todas as portas e janelas fechadas, o homem só conseguia ouvir o som do vento e da própria respiração. As construções eram velhas e as árvores não possuíam uma única folha, não existia um único inseto ou pássaro no ambiente, apenas um grande silêncio sem fim que assombrava aquele local estranho.
    De repente, esse silêncio é quebrado e uma voz horripilante surge inesperadamente, o homem se assusta e ela começa a chama-lo. No mesmo momento uma única porta se abre, a porta de uma velha e grande construção que se encontrava a alguns passos a sua frente.
    O homem fica assustado, porém se sente atraído, talvez seja alguém querendo ajuda-lo, então pouco a pouco ele se aproxima da porta. Com isso a voz fica cada vez mais alta e ele ainda mais curioso. Até que ele entra na construção e logo em seguida a porta se fecha. A última coisa que se pode ouvir foi o grito do homem ecoando pela cidade.

Templo sem saída

 


      Um jovem chamado Felipe acorda ferido em uma floresta coberta por neblina, sem lembrar de nada, levanta lentamente e confuso olha ao redor e avista uma mochila alí perto. Ao colocar a mochila nas costas, começa a caminhar até chegar a uma estrada. O tempo passa, e Felipe encontra um vilarejo com uma cultura familiar, mas nenhuma memória vaio a mente, com dores Felipe entra em uma casa para descansar.

      Ao amanhecer, ele abre a mochila e procura  por algo que ajude a acabar com seus ferimentos. Ao abrir a mochila, acha bandagens, algodão e álcool,  aproveita para fazer um curativo. Ele sabe que não ficou perfeito, mas que ia servir por hora, então ele sai em busca de informações sobre onde está, mas acaba achando uma informação sobre uma criatura do folclore local, uma espécie de axolote em um templo na floresta. Felipe decide voltar até a casa, e pegar a mochila, ao abrir outro bolso ele acha um esqueiro, facas e duas cordas. Ele pega algumas garrafas e as coloca dentro da mochila e por fim vai descansar.

      Na caminhada até o templo seu medo aumenta e a tensão toma conta do ambiente e já na frente do templo um cheiro podre vem de dentro e sem saber o que vai encontrar Felipe pega a maior faca da mochila e entra no templo, ao cominhar o cheiro podre vai ficando mais forte até que uma hora ele encontra sangue e eventualmente um corpo de um homem partido ao meio, ele não consegue gritar ou se mover ele permanece parado com uma vontade gigante de vomitar, após um tempo ele decide seguir em frente. 

      Ele passa por um buraco fundo e largo cheio de ligas metálicas e pedaços de madeira afiados, as paredes são sujas e danificadas, avançar Felipe se apavora com  quê vê, um amontoado de corpos devorados e perto deles a criatura do folclore local, um axolote cinza com detalhes amarelos gigante de olhos azuis com uma pele que parecia ser áspera e suja de sangue e poeira do templo, ao cair pra trás por fim Felipe lembra de tudo.

      Ele estava lá em uma viagem de acampamento perto do vilarejo e ao anoitecer Felipe ouviu gritos de dor e medo, assustado ele pegou tudo em sua frente guardou na mochila e fugiu, todos foram atacados pela criatura e enquanto perceguia outra pessoa o rabo da criatura acerta em cheio sua cabeça causando uma amnésia dissociativa dessa forma o fazendo desmaiar.

      Com o barulho da queda a criatura percebe sua presença e parte para cima dele o seguindo com sua audição olfato e tato, então ele foge o mais rápido que pode pençando em formas de sair vivo, vendo que está sendo alcançado Felipe lembra do buraco que viu no meio do templo, ele se aproveita que a criatura é cega e a joga até o fundo do buraco, fazendo ela gritar de dor emfim aparentando ter morrido.

      Mas apesar de ferida a criatura continua viva e tentando fugir, desesperado sem saber o que fazer ele se vê sem ideias, as garrafas da mochila fazem barulho e Felipe lembra de tudo que guardou lá, enchendo as garrafas com álcool, bandagens e um pedaço de corda

Ele acende três garrafas e joga nas madeiras do buraco fazendo a criatura queimar e gritar desesperada de dor. Agora já lembrando do caminho de casa ele segue estrada em direção a cidade. 

Fora de si

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      Jorge era um jovem tranquilo, mas que, por conta de seu namorado, estava sofrendo. Havia sido traído e resolveu ir para uma cidade conhecida como cidade de kardec, para visitar o seu tio e esquecer o que havia passado. Chegando lá, acabou descobrindo que o local era cercado por mansões abandonadas, também descobriu que anos atrás, aconteceu uma invasão de aranhas na cidade, o que fez todos saírem das redondezas às pressas.

          Chegando na casa de seu tio, que por sinal estava muito feliz, descarregou suas malas e logo de início, resolveu ajuda-lo a pegar umas caixas nas residências abandonadas. Chegando lá, avistou muitas teias, poeiras e madeiras soltas. Foi pegar as caixas em outro cômodo e quando voltou, seu tio havia sumido. Tentando acha-lo, acabou caindo do segundo andar e desmaiando.

             Quando acordou, percebeu que estava diferente, não conseguia sentir nada, foi quando viu o seu corpo no chão e acabou percebendo que estava fora do seu corpo. Desesperado, saiu em busca do tio, encontrou-o e tento chamar sua atenção. Derrubou objetos, tento gritar, mas de nada adiantava. Então resolveu desistir.

         Andando pela casa, Jorge encontrou uma vasilha e quando abriu, veio uma espécie de cinzas, que o fez desmaiar novamente. Quando acordou, havia voltado para seu corpo e pensou se isso era real ou coisa de sua cabeça, só sabia que tinha algo estranho naquela casa.

                                                          “Abençoado” Em uma trilha 

Erick Silva queria passar as férias de verão fazendo trilhas em uma montanha. Durante o percurso, viu várias comunidades indígenas, algumas até adaptadas a uma cultura mais ocidental. 

Conforme passava nessas comunidades, percebeu que todos estavam estranhamente preocupados com algo. Mas essa comunidade em especifico estava especialmente estranha, afinal não havia ninguém, e todas as portas de aquelas espécies casas de palha modernizadas estavam fechadas. 

Assim, enquanto Erick investigava o que havia acontecido na cidade, percebeu uma construção especial, que se assemelhava a um templo. Então Erick encontrou algumas pessoas rezando em uma sala sagrada. Ao perguntar a elas o que estava acontecendo Erick descobriu que devido ao aumento do desmatamento na região e a constante morte de animais, os deuses e espíritos estavam furiosos e por isso logo iriam lançar uma punição a todos da região, desse modo vários haviam deixado a área. 

Erick embora fascinado por contos mitológicos, nuca acreditou em espíritos e deuses então achou que não fosse verdade. Como estava ficando tarde, Erick decidiu acampar pelas redondezas, quando estava ao redor de sua fogueira, começou a perceber uma tempestade se formando, com nuvens negras cobrindo a vista das estrelas. Desta maneira Erick notou que sua cabana não aguentaria a tempestade, então ele decidiu buscar abrigo na vila. 

Ao chegar na vila, todos estavam desesperados, havia começado a ficar bem quente, uma chama começou no meio da vila e se espalhou enquanto a tempestade iniciava com as primeiras trovoadas. Os últimos sobreviventes incluindo Erick formaram um pouco de esperança quando um raio destruiu a vila inteira, e em seu lugar deu origem a vegetação, transformando todos em animais. 


De: Lucas Lopes Uchôa. 

Proposta: 1. 

A cidade misteriosa

 Em busca de uma melhor qualidade de vida e um emprego, Bernardo da Silva se muda para a cidade vizinha, a qual nunca visitou antes. Depois de horas de viagem a carro, ele chega ao lugar.

 Ele percebe que alguma coisa está errada, as portas estão fechadas e há prédios desabados, então decide ir até a delegacia em busca de informação, porém também está fechada. Nervoso, ele chuta a porta, arrombado-a e percebe que não há ninguém na delegacia. 

 Assustado e com medo, volta ao seu carro e dirige até a casa que ele alugara. Entretanto, ao chegar no local, percebe o lugar destruído. Após ver isso, ele começa a sentir tontura e enjoou, sua visão fica embaçada e o seu corpo inteiro começa a doer. Ele cai no chão se contorcendo e começa a sentir seu corpo mudando, suas unhas e dentes começam a ficar afiadas, ele começa a ficar roxo e todos os seus pelos corporais caem. Bernardo começa a aumentar de tamanho, enchendo de dobras, espinhas e bolhas pelo seu corpo, algumas estouram e liberar pus. Assim como a metamorfose iniciou, ela regrediu.

 Transformado e recuperado, Bernardo fica com dificuldade de abrir seus olhos. Assustado e confuso com aquela situação, não era capaz de entender o que havia acontecido, mas ainda sentindo todas aquelas sensações. Até que finalmente consegue abrir seus olhos, olha para as suas mãos e percebe que definitivamente não estava bem. Então, levanta cautelosamente, devido toda aquela dor proporcionada pelas bolhas em sua pele, e anda lentamente até o seu carro, de onde olha pelo retrovisor e vê uma criatura horrenda e asquerosa provinda de seus piores pesadelos, era ele mesmo.

Agora é tarde


         Em uma manhã nublada, o jovem Bennet  está brincando com seu cachorro, quando ouve um som extremamente macabro vindo do segundo andar de sua casa. 

          Ele respira fundo, e junto de seu amigo canino que não parava de latir começa a subir a escada bem devagar. Quanto mais ele se aproximava do andar, um sentimento estranho toma conta de Bennet, era um medo irracional que ele não conseguia explicar.

          Com o coração saindo pela boca, Bennet abre a porta do quarto de onde o som vêm, e a princípio não encontra nada, porém quando ele olha em direção à janela do cômodo, se depara com o gato do vizinho miando desesperadamente. 

          Bennet fica aliviado em descobrir que não era nenhum espírito ou algo parecido, após recompor-se, ele diz para seu cachorro sentar, e vai em direção do gato escandaloso. Com isso o mesmo percebe que a pata do animal estava presa em algum tipo de gosma aparentemente muito viscosa. 

           Rapidamente Bennet abre a janela e agarra a pata do gato, mas diante de seus olhos o pequeno animal some. Espantado ela coloca a cabeça para fora da janela para procurar o felino, e nada. No mesmo instante Bennet sente algo atrás dele, porem e ele não teve tempo de reagir e foi empurrado da janela. 

Areia Misteriosa

          Havia chegado dentro de pouco tempo, com seu chapéu marrom na cabeça, o conhecido xerife McCormick observara a serenidade do lugar. Estranhou o silêncio que estava presente e as casas completamente destruídas, as portas das moradias estavam fechadas, parecia um lugar abandonado.

          Aflito e tremendo, um dos moradores abriu vagarosamente a porta, olhando para fora. Reconheceu McCormick e gritou seu nome em alto tom. O xerife correu até o cidadão e questionou o porquê do silêncio e das destruições. O morador contou que a vila havia sido invadida por uma horrenda criatura que estava debaixo do chão de areia. McCormick riu e perguntou se o homem estava louco, pois aquilo não passava de algo imaginário.

          Após isso, a esposa do cidadão saiu pela porta e olhou para o xerife dizendo que o monstro era real. McCormick logo ficou confuso, isto só podia ser loucura!

          Ao anoitecer, o xerife havia elaborado um plano para capturar o suposto monstro, todos já estavam em suas posições, esperando o comando de McCormick. O chão tremeu, assustados, os moradores cogitaram ser a criatura.

          De repente, uma fera enorme saiu debaixo da areia, rugindo ferozmente, atacando novamente a vila. O xerife rapidamente ordenou o sinal e a grande bigorna caiu sobre a cabeça do monstro. Gritaram de alegria, mas aquilo não duraria por muito tempo. McCormick se aproximou lentamente e foi surpreendido pela gigantesca boca da criatura, que o engoliu deixando todos atônitos com a cena.

Sumiço

    O sofá tão esperado por Josh Smith finalmente chegou, os dias que sentara no chão acabaram, e ele estava muito ansioso para montá-lo em sua sala de estar e obter o desejado conforto oferecido pela mobília. Com o sofá montado, decidiu comemorar assistindo um filme enquanto comeria pipoca, então pôs-se a preprará-la. Entretanto, ao voltar à sala com a pipoca para iniciar o filme, percebeu que o controle de sua televisão não estava onde ele colocara, e depois de procurar por toda parte, não o acha em lugar algum. Havia sumido! Josh ignorou isso, pensando que apenas não havia procurado adequadamente, e utilizou do botão localizado na parte de trás da televisão para despausar o filme, o qual assitiu fixamente.
    
    Após o término do filme, Josh notou que não estava mais com a tigela de pipoca em suas mãos, além disso, as almofadas, que antes estavam ao seu redor, desapareceram. Confuso e com um pouco de medo, procurou em volta e embaixo do assento, acreditando que estavam próximos dele, sem sucesso. Logo começou a pensar o que ou quem estaria causando o sumiço de suas coisas, quando, se achando meio bobo, desconfiou do sofá, já que toda essa confusão se iniciou após sua chegada. Em seguida, ligou para o número da loja onde havia comprado-o, mas não é atendido. Irritado, deixou tudo para resolver amanhã e foi dormir.

    No dia seguinte, após acordar, se arrumar e tomar seu café da manhã, Josh procurou seu celular para conversar com seus parentes e amigos sobre os acontecimentos recentes, mas não o encontra, pois também desapareceu! Furioso com tudo isso, resolveu desmontar o sofá para jogar no lixo que se encontrava fora de sua casa, todavia, no meio do processo, observou um objeto retangular desconhecido, de cor cinza e sem irregularidades, que estava dentro das estruturas do sofá, e, curioso, tocou-o descuidadamente, mas ao mesmo momento começou a ser sugado violentamente pela coisa. Josh começou a gritar angustiadamente, e acabou desmaiando pela intensa dor que estava sentindo, e continua nesse estado até ser sugado totalmente pelo troço. Seus gritos de desespero cessam, deixando no lugar um silêncio ensurdecedor.

Lua Cheia

      Estava no ano de 1921, durante uma noite calma, junto a minha mais fiel parceira, as ruas. Na maioria das vezes estou com fome, tenho a sensação de ser um lobo faminto, vagando à luz de lua cheia.
      Fazia tanto tempo que não comia uma refeição digna, que nem lembro mais o sabor, só o que como hoje em dia é lixo. Estou tão desnutrido que até alucinações tenho tido, inclusive sonho e fico imaginando os diversos sabores.
      Chega a madrugada, não consigo dormir, já estou no meu pico de fome. Me sinto como nunca me senti antes, diferente, mais agressivo, sem conseguir controlar meus impulsos. A rua está muito escura, então ando em direção à um lugar mais iluminado. 
      Quanto mais próximo chego da parte iluminada, outros parceiros das ruas começam a correr de mim. Acho estranho, pois eles são como eu, mas deixei pra lá, até porque isso sempre acontece quando chego perto das pessoas. 
      Após um bom tempo de caminhada e agora em cima de um morro à luz da lua cheia, decidi dormir aqui mesmo. Me deitando, senti como se fosse uma energia me sugando, abri os olhos lentamente e até o momento estava tudo normal.
      Meus braços começaram a coçar, e quando olhei... estava nascendo múltiplos pelos neles, garras no lugar de unhas, e quando olhei para uma poça de água no chão, e vi meu reflexo, me desesperei. Eu tinha me transformado em um lobo. Isso é um sonho? Alucinação? O que será?

Os maniacos

 

              Com o cansaço de sua vida rotina agitada na cidade,Mark decidiu se mudar para um vilarejo pequeno da floresta.Casas térreas,muito coloridas,ruas de pedras,árvores e plantas que chamavam atenção e crianças brincando,era tudo o q ele esperava,mas não foi isso que viu.

            Ao chegar á cidade,Mark percebeu que o vilarejo era vazio,trazendo um sentimento de solidão,ángustia e medo.Com receio do que havia se deparado,foi correndo ao lugar de sua hospedagem. Ao chegar lá, avistou um lugar lindo e cofortante,notou que também não havia ninguem por ali,olhando o lugar,avistou uma carta dos donos dizendo: "Estamos no mercado do vilarejo vizinho,voltaremos por volta de 20h.

             Com a casa aparentimente vazia, começou a explora-lo,havia uma porta com aspectos bem peculiar,com sua a curiosidade a flor da pele,resolveu abri-la. Avistou uma garota amarrada e com sangue em sua roupa,antes de chegar perto dela,Mark olhou ao redor viu que o quarto era com poucas janelas,na cama havia respingos de sangue e muito mofo espanhado pelo o ambienteo que deixava um cheiro insuportavel.Uma pequena pia,privada e uma cadeira compunham o cenário de horror.A garota fitava-o com um olhar desesperador. 

            Mark tomou coragem para liberta-la, ao tirar o lenço de sua boca, a moça começou a dizer para ele fugir e nunca mais voltar,muito preculpado,não escultou a menina e quis ajuda-la.Sem perder tempo,libertou a garota e perguntou o que estava acontecendo,a moça respondeu que o vilarejo era falso,e que na verdade era uma cidade sem nada, que tudo era uma ilusão para atrair pessoas para os donos se alimentarem deles.

            Com essa informação,Mark pegou a garota pelos braços e tentou fugir,mas ao tentar fugir,viu que no relogio já era 20h, ao ver a siluetados donos,Mark começou a elaborar um plano,mas os donos sabiam onde eles estavam e o que falavam e pensavam.Os dois planejavam sair pela as portas dos fundos.

          Com medo a flor da pele,Mark e a garota foram correndo para a porta dos fundos, mas lá estavam em pé e sorrindo para eles, a garota começou a chorar,Mark com medo que eles fizessem mal a ela colocou ela atrás dele para protege-la.

O homem misterioso



Era como de costume em todas as tardes, naquele bairro sereno, pitoresco e sem vida, um homem alto, moreno, pele da cor do chão, com aspecto rústico e sempre esboçava no seu olhar que iria fazer alguma coisa horrenda, para alguns, ele parecia um tipo de sacoleiro itinerante, para outros um homem misterioso, mas ainda sim, sempre causava arrepios, pois quase todo mundo ficavam aterrorizados, não só com à sua aparência e sim, em pensar que poderia ser um tipo de pessoa ruim esperando o momento certo para agir.


O mais intrigante,  que nas sextas , precisamente às 16h:00, não mais e nem menos, àquele misterioso homem com sua bolsa de couro fazia sua caminhada matinal, sempre do mesmo modo, usando as mesmas roupas, e claro, um pequeno e estranho barulho fazia quando andava, causando assim, uma curiosidade extrema a todos, 


Pior de imaginar que algo poderia acontecer de fato, é saber que tal homem na verdade,  costumava antes da mudança, agir de forma sorrateira e causava espanto, e todavia, ele como todos, tornou-se um homem além de misterioso, excepcional pois acreditou na mudança, e assim,   nasceu o homem da bolsa de couro com o sotaque sutil e pacato.

A tal Família Roberts (≧▽≦q)

         Nas férias de julho, Jackie Roberts resolveu ir visitar sua família em uma vila vizinha, mas nas raras vezes que ia visitá-los, seguia por uma cidade estranha, onde sempre as portas eram fechadas no momento em que passava po lá. E isso sempre o deixava inquieto. 

         Com a curiosidade de saber o motivo disso acontecer, Jackie foi batendo de porta em porta para tentar descobrir o porquê disso. Até que uma das pessoas que estava algumas casas a frente, colocou uma plaquinha para fora da casa dizendo "não aceitamos ninguém da Família Roberts aqui!" E ele ficou meio sem entnder o motivo da rejeiçãõ de sua família na cidade.

            Jackie criou várias teorias na sua cabeça, porém lembrou que quando era mais novo, ouviu uma das suas tias conversando com a sua mãe sobre uma tal maldição que foi imposta à aquela cidade por causa deles, e por isso teriam que se mudar de lá, mas não chegou a dar impotância, pois não ligava para aquilo na época.

        Ele ficou pensando "nossa, o que eles fizeram de tão horrível ao ponto de eles serem expulsos da cidade?" E decidiu insvestigar um pouco a mais sobre. Fingiu ser um nativo da cidade e foi a biblioteca municipal pesquisar mais afundo sobre a história do local. Procurou na seçção sobre a história da cidade, mas ainda não havia achado o que ele queria. Depois de mais alguns minutos procurando, quase desistindo, encontrou por coencidência um livro chamado "A maldição da tal Família Roberts".

          Achou melhor do que pegar o livro sobre a cidade, pensou ele. Quando a bibliotecária o viu saindo com o livro achou um pouco estranho, poque ninguém pegava aquele livro a anos, mas não questionou nada a ele. Jackie foi para um lugar mais reservado para não ser pego lendo, e finalmente foi descobrir a tal maldição da sua família.

       Jackie se assustou um pouco quando viu qual era a maldição. A maldição consistia em quem terminasse de ler o livro até a ultima palavra, ganharia a vida eterna. Mas havia uma observação, caso fosse um membro da família que estivesse lido a frase amaldiçoada, ele teria a obrigação de quebrá-la.

        O único jeito de quebrar a maldição era queimando o livro. Jackie achou que seria fácil novamente, podeira queimá-lo em qualquer fogueira, então tentou queimá-lo de várias formas comuns. Depois de tanto tentar e não ter sucesso, leu o livro novamente e encontrou na contra capa uma parte camuflada dizendo que o livro só podia ser queimado em uma fogueira específica que ficava praticamente do outro lado do país onde ele morava.

        Passou por uma longa viagem, mas conseguiu wncontrar a fogueira para quebrar a tal maldição. Porém, havia um jeito de acende-lá era com 5 gotas de lágrima de um unicórnia específico, que ficava em uma floresta a poucos quilometros de lá.

       Novamente achou que seria fácil encontrar o unicórnio, mas quando foi para trás da caverna, se deparou com uma cratera enorme no chão que o impedia de atravessar para o outro lado. Começou a andar pelo arredor da cratera pensando no que podia fazer, e no momento, esbarrou em um morro onde havia uma alavanca onde dava acesso há uma ponte secreta para o outro lado.

       Ele acionou a alavanca e continuou sua procura pelas lágrimas. Quando chegou ao outro lado, avistou vários unicórnios, eram tantos que não sabia qual deveria tentar faazer chorar primeiro. Como Jackie trouxe vários potinhos com ele, foi fazendo cócegas em cada um deles para poder fazê-los lagrimar.

          Tinha pegado as lágrimas de quase todos os unicórnios da floresta, faltava somente 3 deles, mas só tinha mais um potinho. Ele decidiu fazer a antiga bricadeira chmada "unidunitê" para decidir qual deles iria escolher.

         Caiu no da esquerda, e no da esquerda ele foi. Foi rezando em todo o percurso para poder ter escolhido o certo. Chegou na caverna com as pernas tremendo depois de tanto andar e pela ansiedade de saber se escolheu o unicórnio certo.

           Finalmente ele chegou na caverna para poder acender a fogueira. Olhou para os potes e foi jogando de um em um em cima da lenha. Jackie estava quase perdendo as esperanças sobre a maldição de sua família, até que chegou no último potinho, que foi o que ele decidiu no "unidunitê".

           Quando ele pegou o pote, começou a rezar novamente para que aquele estivesse com as lágrimas certas. Na hora em que as jogou na lenha, imediatamente uma chama enorme subiu e Jackie jogou o livro na fogueira. No momento em que ele jogou o livro, se abriu um buraco no local onde Jackie estava em cima com uma profundidade muito grande, e estava escrito nas paredes "Não queremos ninguém da Família Roberts aqui!" E desde então, nunca mais ninguém ouviu falar o nome dessa tal Família Roberts.
         










fotinha para poder a história ter uma capa bonitinha (o゚v゚)ノ





a traição de anna 😨😨 (9°B)

 https://youtu.be/xy07X3YS6hw